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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Prostitutas investem na carreira profissional, visando o Mundial 2014.


Prostitutas investem na carreira profissional, visando o Mundial 2014.
Pensando na Copa do Mundo de 2014, um grupo de mais ou menos 30 prostitutas de Belo Horizonte, resolveram reunir-se e buscar ajuda para aprenderem um novo idioma, nomeadamente a língua inglesa e a língua espanhola.

A intenção das prostitutas, é aprender outro idioma para conseguirem dialogar com os turistas, durante a realização da Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014 no Brasil, ou em Belo Horizonte nesse caso, uma vez que a iniciativa partiu das prostitutas de Belo Horizonte.

A cidade de Belo Horizonte irá sediar no estádio Mineirão, três partidas válidas para a Copa das Confederações em 2013 e seis partidas válidas para a Copa do Mundo de 2014.

Foi pensando nisto que as "profissionais" do sexo, se é que ser prostituta é considerado uma profissão (muitos dizem que é a profissão mais antiga do mundo), procuraram a Associação de Prostitutas de Minas Gerais, para verificarem se haviam cursos de línguas estrangeiras à disposição das afiliadas.

A presidente da Associação afirmou que a entidade tentará encontrar professores que estejam disponíveis para darem os cursos gratuitamente, até referiu que entidade já conta diversos profissionais que prestam serviços de graça, nomeadamente médicos, psicólogos, entre outros voluntários.

Até o momento os cursos já contam com 20 pessoas escritas, mas as expectativas são para que cheguem a pelo menos 300 participantes, uma vez que a associação conta com 4.000 participantes.

Os cursos terão a duração de oito meses e a previsão é para que comece já em março deste ano, espera-se também encontrar professores que dê aulas de francês e italiano, caso apareçam candidatas interessadas aos cursos.

Uma mulher declarou que a importância do curso, é simplesmente para o entendimento com o cliente tanto na hora da negociação do preço do serviço, como também para discutir os gostos da clientela interessada, além da utilização de outras palavras que fazem parte do vocabulário do "trabalho" em questão.

Ora, se a moda pega e se espalha pelo Brasil a fora, as prostitutas brasileiras vão ficar mais inteligentes falando vários idiomas, quem sabe assim muitas delas tomam o gosto pelos estudos ou por um trabalho mais digno e abandonam de uma vez por todas esta profissão, quer dizer profissão não é bem o termo, porque uma pessoa que vende o próprio corpo com se diz, entroca de algo, isto não é profissão, alguns vão dizer o corpo e meu e eu faço o que eu quiser, sim, mas também existem muitas outras formas de se ganhar algum dinheiro com  muito mais dignidade.