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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

FMI sugere medidas drásticas para Portugal reduzir o déficit.

FMI sugere medidas drásticas para Portugal reduzir o déficit.
O governo português, pediu ao FMI que elaborasse um relatório indicando onde seria possível reduzir ainda mais as despesas públicas.

O FMI por sua vez, elaborou um relatório com diversas mediadas radicais, considerando-as inteligentes na redução do déficit do Estado.

Jornais portugueses, divulgaram que o relatório já se encontra na posse do Primeiro Ministro Passos Coelho. Entre outros diversos assuntos , o relatório diz que Portugal oferece diversos privilégios que não se justificam.

O documento sugere ainda uma redução do número de professores das escolas públicas, a redução dos salários dos funcionários públicos (esta medida abrange inclusive os ordenados mais baixos), e a redução dos salários dos reformados e pensionistas.

De a cordo com o FMI, com a redução dos ordenados dos funcionários públicos aliada à redução do número de funcionários, o Estado pouparia pelo menos 3 milhões de euros.

No que diz respeito às pensões a entidade sugere um corte de 10% para todos os reformados, que traduziria numa poupança de 2,3 milhões de euros para o Estado.

Além das sugestões aqui citadas, o documento menciona ainda outras propostas, nomeadamente o aumento da idade da reforma para 66 anos, o aumento das taxas moderadoras nos hospitais e centros de saúde, a redução das horas extraordinárias dos médicos, o aumento das propinas dos estudantes universitários e por fim a eliminação dos privilégios dos militares em geral.

Rumores indicam que com o aumento das taxas moderadoras, uma consulta nos hospitais públicos ficaria mais cara do que num hospital privado. Alguns técnicos fizeram as contas e revelaram um valor de 40 euros, para as taxas moderadoras após o aumento.

Nem o elevado aumento do desemprego em Portugal, serve como justificação para os técnicos do FMI tomarem medidas mais favoráveis aos desempregados, muito pelo contrário, a entidade defende que o tempo de duração do subsídio de desemprego no país é demasiado longo, e também defendem que o valor máximo do subsídio é muito alto (1.045 euros) e se justificam dizendo que, tanto o tempo de duração quanto o valor do subsídio não incentivam a procura por um novo emprego.

Com o aumento da idade da reforma, com uma carga fiscal tão elevada, qualquer dia temos que pagar para trabalhar ou então trabalhar até a morte.

Essa política de elevar impostos e cortar nos bens essenciais da população (saúde, educação e moradia) não impulsionará de modo algum a economia do país novamente, muito pelo contrário.