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sábado, 29 de setembro de 2012

Europa - A nossa política Europeia.


O Carro Sr. Ministro Passos Coelho
Estamos todos indignados com a notícia que dá conta que o Sr. Primeiro Ministro de Portugal, comprou um carro novo para as tais obrigações protocolares, será que ele já esqueceu das palavras ditas por ele mesmo, no início do seu governo "Vamos todos poupar, não vamos viver acima das nossas possibilidades, e não vamos ser "piegas" porque não o podemos fazer".

Numa altura de cortes nos subsídios de Natal e de férias dos funcionários privados, públicos e pensionistas em que se pede contenção aos portugueses, estamos a nos sacrificar para que? Para sustentar luxos...

Muitos dizem, não vamos ficar de braços cruzados e tal, mas o que realmente podemos fazer se são eles é que mandam, protestar talvez seria uma forma de demonstrar a nossa insatisfação, mas infelizmente não resolve de nada, mas é o que podemos fazer, então vamos protestar e mostrar toda a nossa indignação contra os políticos corruptos.

O Sr. Ministro que andava de moto.
Talvez o Sr. Primeiro Ministro resolveu seguir o exemplo do ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, que chegou de Vespa à tomada de posse do Governo de Passos Coelho, e agora desloca-se num Audi A7 que custou 86 mil euros.

O carro, um Audi A7, de três mil cm3 de cilindrada, com o preço de 53 mil euros (a inclusão de equipamento opcional rondou os 46000 euros). A somar o valor dos impostos (29 mil euros), o valor total do "brinquedo" atinge os 86 mil euros.

Deputada Andrea Fabra


Talvez os nossos políticos dizem a mesma coisa que a Srª Deputada da Espanha, Andrea Fabra. Deputada terá dito "que se f..." os desempregados.

A deputada do PP, Andrea Fabra, gritou “que se jodan” ["que se f..."] no Parlamento Espanhol, quando o primeiro-ministro Mariano Rajoy anunciou cortes nos subsídios dos desempregados.

O PSOE exigiu a demissão da deputada do PP: "Andrea Fabra deve abandonar o cargo. Não é digna de representar os cidadãos".


Os responsáveis do PP explicaram que os deputados deste partido estavam apenas a aplaudir Rajoy perante os ataques da oposição.

Andrea Fabra nega que se estivesse a referir aos desempregados, pelos quais garante ter respeito.

Faço ideia do respeito que ela têm pelos desempregados, funcionários públicos, pensionistas, idosos, crianças, enfim pelo povo em geral.

De uma certa forma eu até não critico-a, ela simplesmente disse a verdade, porque os políticos em geral não estão nem aí para o seu povo, esta senhora simplesmente disse o que todos não tem coragem de dizer, ou dizem nas conversas com os seus colegas, mas a vontade de todos eles é dizer em alto e bom som "Que se jordan o povo".

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

O retrato da austeridade.

Salários vão baixar e a produtividade vai estagnar em Portugal nos próximos 2 anos.
As remunerações dos trabalhadores vão cair e a produtividade do trabalho vai manter-se idêntica este ano e no próximo em Portugal, segundo as previsões de primavera da Comissão Europeia, hoje divulgadas.


A Comissão prevê que as remunerações 'per capita' reais (isto é, ajustadas para a inflação) dos trabalhadores caiam 6 por cento este ano e 1,9 por cento no próximo. Caso se concretizem estas previsões, serão quatro anos consecutivos de redução das remunerações do trabalho.

Este ano, só na Grécia é que haverá uma redução maior nas remunerações, segundo a Comissão.

Quanto à produtividade do trabalho (o PIB dividido pelo número de trabalhadores empregados), deverá estagnar este ano e no próximo.

A Comissão Europeia espera que o "motor" da atividade econômica nos próximos dois anos seja o setor exportador. No entanto, "apesar de melhorias recentes, a perda de competitividade pelo preço no exterior durante a última década ainda não foi invertida".

A recuperação de competitividade das exportações será então obtida graças à redução dos custos de trabalho, e não a um aumento de produtividade.

Nas suas previsões de primavera, a Comissão prevê que a economia portuguesa encolha 3,3 por cento este ano e cresça 0,3 por cento em 2013.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Senadores "esqueceram" de pagar o Imposto de Renda.

Senadores "esqueceram" de pagar o Imposto de Renda.
Você, um trabalhador "normal", como milhares de cidadães brasileiros,  recebe décimo quarto ou décimo quinto mês de ordenado?

Não, esta é a resposta correta, que todos cidadães responderiam se alguém lhes perguntassem. Mas a resposta correta também poderia ser sim, se você fosse um Senador ou Ex-Senador.

E se você, um trabalhador "normal", recebesse o décimo quarto ou décimo quinto mês de ordenado, pagaria o Imposto de Renda sobre esses dois meses de ordenados?

Sim, porque todos os contribuintes, todos trabalhadores "normais" pagam.

Mas acontece, que os senhores Senadores, "esqueceram" de pagar as contribuições para o Imposto de Renda sobre esses dois meses de ordenados, é tanto trabalho que até dá para esquecer de pagar as contas.

O Senado por sua vez, para tentar contornar esta situação vergonhosa, comprometeu-se a pagar as contribuições para o IR dos Senadores "esquecidinhos", se fosse um trabalhador " normal" o desfecho da história seria outro.

Só que acontece que esse episódio ridículo não acaba aqui, porque volto a fazer a última pergunta,  de onde sairá o dinheiro para o pagamento dessas contribuições para o IR dos Senadores "esquecidinhos"? A resposta é obvia, não é preciso fazer muito esforço para responder, acertou quem respondeu do bolso dos milhares de trabalhadores e contribuintes "normais"  de todo Brasil, e ainda bem que não será cobrado nenhum tipo de multa por falta de pagamento, porque senão o povo teria que desembolsar mais dinheiro.

É uma vergonha, um trabalhador além de contribuir para o desenvolvimento do país, pagando os seus impostos todos em dia, ter que pagar as contribuições dos Senadores "esquecidos" que ganham milhares e milhares de reais "limpinhos", ou seja sem tributação do país.

Sendo assim, nós contribuintes, estamos a pagar as contribuições fiscais dos Senadores duas vezes, uma para eles próprios e outra para os cofres públicos.

Como é possível um país crescer dessa forma, se os governantes não contribuem para tal, além de gerirem mal as finanças públicas, se aproveitam de situações cada vez mais inusitadas em prol de si mesmos, e o pior que a cada dia surge uma situação diferente. 

Assim fica difícil combater tanta miséria que ainda existe no Brasil.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Europa - Espanhóis manifestam contra a política de austeridade.

www.news365mundo.com

Espanhóis manifestam contra a política de austeridade.

A luta contra as austeridades continuam por toda Europa, ontem 25 de Setembro ficou marcado pela grande manifestação dos espanhóis, o movimento aconteceu na capital espanhola "Madrid, no final da tarde milhares de pessoas concentraram-se em frente ao Congresso de Deputados, pedindo a demissão dos governantes e o fim das austeridades impostas pelo atual governo.

O movimento foi criado por civis convocados através das redes sociais, o movimento atingiu uma dimensão enorme com milhares de pessoas por toda capital espanhola, aliás este tipo de movimento criado através das redes sociais já virou "moda", uma vez que as redes sociais atingem uma velocidade enorme de divulgação de qualquer evento ou movimento, em poucas horas é possível conseguir milhares de seguidores.

Mas o movimento atingiu uma dimensão muito violenta com inúmeros confrontos violentos, vinte e duas pessoas foram detidas e 14 ficaram feridas, uma delas em estado grave com possíveis lesões medulares.

Na Praça Neptuno, local onde fica o Congresso dos Deputados é proibido haver qualquer tipo de manifestação nos dias que os deputados estejam reunidos, por isso a polícia foi chamada para conter cerca de 6.000 protestantes. Os incidentes mais graves começaram por volta das 19:00 ( hora local ) e estendeu-se por noite adentro.

É mais um sinal da insatisfação do povo contra as austeridades impostas pelos países da Europa, para combater a crise financeira que se instalou por quase todo continente.

O povo já não aguenta mais com tanta austeridade nomeadamente, redução de salários, aumento da idade da reforma, cortes em diversos subsídios, aumento desenfreado de diversos impostos... esta é a política que diversos governantes tem adotado para combater a crise que só tem gerado mais desemprego, mais insatisfação do povo e até agora não trouxe resultado algum e não trará porque a cada dia o poder de compra das pessoas reduzem mais e com isto é impossível a economia de um país crescer e sair de qualquer crise financeira.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Itanhém - A violência das grandes cidades chegou ao interior.



A cada dia que passa a violência no Brasil aumenta mais e mais, principalmente a "onda" dos assaltos à agências bancárias, o que mais assusta é que esse tipo de crime que antigamente era praticado com maior frequência nas grandes cidades, também passou a ser praticado nas cidades do interior onde antigamente eram rotuladas como cidades pacatas.

No dia 05 de Setembro, o banco do brasil da cidade de Itanhém - Bahia foi mais uma "vítima" dessa violência absurda do Brasil. Neste dia, por volta das oito horas da manhã, quando um funcionário do banco abria a agência, um assaltante bem vestido abriu o paletó, mostrou a arma e anunciou o assalto. O segurança foi dominado, a medida que os outros funcionários chegavam eles também eram rendidos e trancados no cofre.

A quadrilha que a princípio era composta por quatro elementos ou mais, não se sabe ao certo, fugiu em um carro de um funcionário levando mais de meio milhão de reais, que posteriormente foi recuperado pela polícia numa troca de tiros que culminou com a morte de quatro bandidos, um policial também foi morto e outro sai ferido gravemente com um tiro na cabeça, mas a bala foi retirada em uma cirurgia e segundo os médicos, o estado de saúde do policial é bom.

Este foi só mais um exemplo da violência que vem crescendo e dominando o Brasil. Se os políticos brasileiros, as autoridades competentes não começarem a elaborar já um plano de combate, para acabar de vez com essa violência o banditismo tomará conta do país, basta reparar que nos últimos dias tem sido frequente as notícias de policiais mortos pelos bandidos.

O governo brasileiro tem que investir muito mais na segurança pública, nomeadamente com profissionais capacitados, boas condições de trabalho e remuneração adequada, sem falar do código penal que precisa de uma revisão urgente, porque se continuar com a policia prender de manhã e soltar a noite, também não vai a lado nenhum.

Se esta mudança não começar já, vamos passar a vida toda a sofrer e lamentar as consequências da violência, e o pior são as sequelas que ficam para sempre em nossas memórias, perdas de entes queridos, traumas que não se esquecem jamais. Imaginem os funcionários e clientes do banco do brasil de Itanhém, que nunca mais terão aquela sensação de segurança e paz que algum dia tiveram e que foi destruída por conta da violência que teima em alastrar por todo Brasil chegando inclusive às cidades do interior, que antigamente eram rotuladas com cidades tranquilas.